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quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Alguém disse palácio para dizer mulher

Alguém disse palácio para dizer mulher
ou a delícia de um nome q
ue era desejo e mundo
Um delicado navio rasgava o corpo na ausência
e morria na espuma de uns amorosos pés
da volúvel semelhança de uma estátua de veludo
Era apenas um nome a abolição de um nome
descobrindo a primavera absoluta
com os ramos brancos de uma estrela
perfeita nos músculos de lâmpada
No alto poderio das pernas no sumptuoso espelho
das ancas verdes cintilava o palácio
da adoração primeira com janelas de um navio
de sombra e de silêncio em que o oiro estremecia
Opulenta pálpebra povoada
pelos frutos da água e de um fogo azul
E se o nome morria na respiração do seio
a sua ferida era límpida e puro era o deserto
 
ANTÓNIO RAMOS ROSA, in Os animais do Sol e da Sombra seguido de O Corpo Inicial (Quási, 2003) 

 


http://youtu.be/ml8Am9KIMsQ

sábado, 20 de julho de 2013

sexta-feira, 19 de julho de 2013

A Erva lá na Picada



Do Cancioneiro do Niassa, (Guerra Colonial, em Moçambique), sobre música duma canção da Guerra Civil Espanhola. Interpretação de João Maria Pinto (voz e viola) e Janita Salomé (voz).


http://youtu.be/2AOGgRpxB_E

terça-feira, 2 de julho de 2013

Maria Bethânia - Outra vez



Você foi o maior dos meus casos
De todos os abraços
O que eu nunca esqueci
Você foi, dos amores que eu tive
O mais complicado e o mais simples pra mim
Você foi o melhor dos meus erros
A mais estranha história
Que alguém já escreveu
E é por essas e outras
Que a minha saudade faz lembrar
De tudo outra vez....

Você foi
A mentira sincera
Brincadeira mais séria que me aconteceu
Você foi
O caso mais antigo
O amor mais amigo que me apareceu
Das lembranças que eu trago na vida
Você é a saudade que eu gosto de ter
Só assim sinto você bem perto de mim
Outra vez

Esqueci de tentar te esquecer
Resolvi te querer por querer
Decidi te lembrar quantas vezes eu tenha vontade
Sem nada perder

Você foi
Toda a felicidade

Você foi a maldade que só me fez bem
Você foi
O melhor dos meus planos
E o maior dos enganos que eu pude fazer
Das lembranças que eu trago na vida
Você é a saudade que eu gosto de ter
Só assim sinto você bem perto de mim
Outra vez




Sonho

Eu tenho uma espécie de dever
de dever de sonhar
de sonhar sempre,
pois, sendo mais que uma espectadora de mim mesma
eu tenho que ter o melhor espetáculo que posso.
E assim me construo a ouro e sedas,
em salas supostas,
invento palco, cenário
para viver o meu sonho,
entre luzes brandas e músicas invisíveis.
Sonho impossível

Sonhar mais um sonho impossível
Lutar quando é fácil ceder
Vencer o inimigo invencível
Negar quando a regra é vender
Sofrer a tortura implacável
Romper a incabível prisão
Voar num limite provável
Tocar o inacessível chão
É minha lei, é minha questão
Virar este mundo, cravar este chão
Não me importa saber
Se é terrível demais
Quantas guerras terei que vencer
Por um pouco de paz
E amanhã este chão que eu deixei
Por meu leito e perdão
Por saber que valeu
Delirar e morrer de paixão
E assim, seja lá como for
Vai ter fim a infinita aflição

E o mundo vai ver uma flor
Brotar do impossível chão.


http://youtu.be/swTAna21X3g************http://youtu.be/lDXtskH298k

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Bach - Cantate BWV 122 - little child


“Revorta é ter-se nascido/Sem descobrir o sentido/do que nos há-de matar”. Natália Correia

 
 
Jean-Sébastien Bach - Johann Sebastian Bach (1685-1750)
 
Pintura: La Nativité (Piero della Francesca)


 
http://youtu.be/N9XObSQXXII

Billy Elliot Soundtrack 'We Love To Boogie'

"Eu amo os homens que sabem viver como que se extinguindo, porque são esses os que atravessam de um para outro lado.”Frederico Nietzsche



Nietzsche

Billy Elliot Soundtrack

We love to boogie, we love to boogie
Jitterbug boogie, Bolan pretty boogie
We love to boogie on a Saturday night

Belinda Mae Fender's got a Cadillac Bone
Jenny's lost her cherry walking
all the way home
The passions of the Earth blasted it's mind
Now it's neat sweet ready for
the moon based grind

We love to boogie
We love to boogie on a Saturday night
We love to boogie
High school boogie, jitterbug boogie
We love to boogie on a Saturday night

You rattlesnake out with your tailfeathers high
Jitterbug left and smile to the sky
With your black velvet cape
We love to boogie, we love to boogie
Jitterbug boogie, Bolan pretty boogie
We love to boogie on a Saturday night
and your stovepipe hat
Be-bop baby the dance is where it's at

I love to boogie
Yes I love to boogie on a Saturday night
I said I love to boogie, I love to boogie
Jitterbug boogie, I love to boogie
I love to boogie on a Saturday night

I love to boogie






http://www.clubeacademico.com.br/Filosofia/friedrich%20nietzsche/assim%20falava%20zaratustra.pdf http://youtu.be/u-U57kCK20U

Hiss Golden Messenger - The Serpent Is Kind

“não guardo as falas antigas. não cruzo o tempo em queimadas. não sou de cintilações nem de estrelas nem de sulcos além do salto possível. sou mais da sombra que da cal e desta esqueci o estilhaço necessário para ler os olhos que mordem e a boca que ataca. ramos e ramos de oliveira fazem de cama aos pastores do silêncio e como nenhuma espada corta a alma do lume o caminho é de lama e de ninhos e de estações interrompidas.___________fatias de malabarismos e alguns segredos de cartão. andam descalços todos os contrastes fantasmas e anjos arredados do pulmão das horas e como guilhotinas cercam e desunham as poucas chamas. a fala é uma área ainda intacta e depois dela somos todos morrentes.”

 Isabel Mendes Ferreira

http://youtu.be/bYcezHs_n_Y

quinta-feira, 25 de abril de 2013

The Sun Also Rises - The Burning Paris

http://www.youtube.com/user/88nost?feature=watch http://youtu.be/XznCZQsABew

Ella Fitzgerald - Cry Me A River (1961)

"Cry Me a River" is a popular American torch song, written by Arthur Hamilton and first published in 1953. A jazzy blues ballad, "Cry Me a River" was originally written for Ella Fitzgerald to sing in the 1920s-set film, Pete Kelly's Blues (released 1955) but the song was dropped. Fitzgerald first released a recording of the song on Clap Hands, Here Comes Charlie! in 1961. The song's first release and most famous recording was by actress/singer Julie London in 1955.' http://youtu.be/CI779D2tLyk

sexta-feira, 19 de abril de 2013

FEDERICO CHOPIN.- Doce estudios Op. 25

FEDERICO CHOPIN.-

Doce estudios Op. 25

Op. 25, para piano (1835-37)

N.º 1 en La bemol mayor "La harpe éolienne"
N.º 2 en Fa menor "Les abeilles"
N.º 3 en Fa mayor "Le cavalier"
N.º 4 en La menor
N.º 5 en Mi menor "La fausse note"
N.º 6 en Sol sostenido menor "Aux tierces"
N.º 7 en Do sostenido menor "Au violoncelle"
N.º 8 en Re bemol mayor "Aux sixtes"
N.º 9 en Sol bemol mayor "Le papillon"
N.º 10 en Si menor "Aux octaves"
N.º 11 en La menor "Le vent d'hiver"
N.º 12 en Do menor "L'océan"

PIANO: Sequera Costa

El segundo conjunto de estudios de Chopin fue compuesto entre 1832 y 1836 y se publicó en 1837. Estaba dedicado a la amante de Liszt, la Condesa d'Agoult (Marie d'Agoult), por lo que se ha especulado sobre ellos.

Historia

Los Estudios de Chopin suponen la fundación de un nuevo sistema de la técnica de tocar el piano. Esta nueva técnica fue algo sumamente innovador y revolucionario cuando apareció. Los Estudios son unas de las piezas más desafiantes y complicadas, y al mismo tiempo evocadoras y emocionantes, de todas las obras del repertorio para piano. Su música continúa siendo muy conocida y es a menudo tocada tanto en conciertos como en escenarios privados. Esta gran popularidad ha provocado que a muchos se les hayan asignado subtítulos, siendo posiblemente el más conocido el del Estudio Op. 10 n.º 12, "Revolucionario". Ninguno de los apodos de los Estudios de Chopin es oficial, pero crean un ambiente de inspiración y animan a componer obras encarnadas por estos Estudios.
La totalidad de los Estudios de Chopin fue publicada durante su vida (1810-1849). El primer conjunto de estudios, el Op. 10, fue escrito en el periodo de 1829 a 1832 y se publicó en Francia, Alemania e Inglaterra en 1833. El Op. 25 es inmediatamente posterior en el tiempo, pues se compuso entre 1832 y 1836. Al igual que el Op. 10, fue publicado en Francia, Alemania e Inglaterra; pero cuatro años más tarde, en 1837. Los tres últimos estudios, sin número de Opus, fueron compuestos en 1839. Al contrario que los otros veinticuatro estudios, no fueron publicados simultáneamente en esos tres países, sino que aparecieron primero en Francia y Alemania en noviembre de 1840 y en Inglaterra en enero del año siguiente. Las primeras copias de estas primeras ediciones iban acompañadas normalmente de varios manuscritos autógrafos de Chopin de un único estudio y copias adicionales hechas por su amigo Jules Fontana (a quien dedicó el Impromptu Fantasía) y ediciones del alumno de Chopin Carl Mikuli.
Los primeros Estudios del Op. 10 fueron compuestos cuando Chopin era prácticamente todavía un adolescente. Se encuentran, junto con las primeras obras de Mendelssohn, entre raros ejemplos de composiciones extremadamente juveniles que son consideradas como innovadoras y dignas de inclusión dentro del canon del resto de las obras "maduras". Los Estudios de Chopin superan la pura forma musical de unos ejercicios útiles y llevan la forma de estas piezas y a ellas mismas a convertirse en grandes obras maestras del arte. En un concierto en el que Chopin interpretó su Op. 25, Robert Schumann dijo "A la Chopin", es decir, a la manera de Chopin.
La mayoría de los estudios tienen un tema principal, una variación en la sección central y una vuelta al tema principal, por lo que presentan una forma binaria en la que se repite la primera parte. Todos los Estudios son bastante cortos, pues cada uno se puede tocar en menos de cinco minutos. El más corto de todos es el Estudio Op. 25 n.º 9, que dura menos de un minuto.

Demandas físicas

Al contrario que el resto de estudios anteriores, que pretendían practicar y conseguir la independencia de la acción de los dedos dirigida desde la muñeca, los estudios de Chopin requieren el uso de todo el brazo, desde el hombro hasta abajo. Por ejemplo, el Estudio Op. 10 n.º 1 consiste en una serie de acordes rotos cuya extensión es inalcanzable para una mano, por lo que es necesario utilizar el brazo para guiar a la mano y a los dedos de nota a nota. Asimismo, el Estudio Op. 25 n.º 10 es un estudio con octavas en ambas manos que exige movimientos poderosos y flexibles desde los hombros.
Abby Whiteside, pedagoga ya del siglo XX, cuyas opiniones sobre la independencia de los dedos son quizás las más duras y críticas en materia de técnica de piano, hizo de estos Études de Chopin el centro de todos sus escritos. Para Whiteside, eran la prueba definitiva de la total inutilidad de cualquier intento de delegar fuerza o dirección a los músculos más débiles de entre los implicados al tocar el piano.
http://youtu.be/T2wteldqBOM

Concierto Piano y Orquesta Nº 1 Op. 11



FEDERICO CHOPIN.-

Concierto Piano y Orquesta Nº 1 Op. 11

Allegro maestoso
Romance - Larghetto
Rondo - Vivace

Piano: Menahem Presssler


Orquesta de la Ópera del Estado de Viena

Director: David Josefowttz

El concierto para piano y orquesta No. 1 in E minor, Op. 11, del compositor polaco Frédéric Chopin fue compuesto en 1830. Se ejecutó por primera vez el 11 de octubre del mismo año, durante la gira de despedida de Chopin antes de salir de Polonia. El concierto está dedicado a Friedrich Kalkbrenner.

quien fue un pianista y compositor aleman desarrollador de una técnica pianística que permitía mantener la fuerza del músico en los dedos y las manos, en lugar del antebrazo. Esta técnica fue usada por su alumno Camille Stamaty, que enseñó a su vez a Camille Saint-Saëns.

Fue el primer concerto para piano y orquesta de Chopin en ser publicado, pero en realidad fue escrito después del concierto para piano y orquesta No. 2.

Sobre el segundo movimiento Romance del Op. 11, Chopin escribiría a un amigo: "Es como soñar despierto en una hermosa noche de primavera a la luz de la luna... De ahí también el acompañamiento con sordina".

Este concierto fue estrenado el 11 de octubre de 1830, en el Teatro Nacional de Varsovia, con el compositor como solista durante uno de los conciertos de "despedida", antes de que Chopin abandonara Polonia. Está dedicado al pianista Friedrich Kalkbrenner. Fue el primero de sus dos conciertos para piano en ser publicado, y por lo tanto se lo denominó Concierto para piano "número 1" en el momento de su publicación, aun cuando en realidad fue compuesto inmediatamente tras el que después sería publicado como Concierto para piano n.º 2.
Está orquestado para piano, dos flautas, dos oboes, dos clarinetes, dos fagots, cuatro trompas, dos trompetas, un trombón, timbales y cuerdas.

Tradicionalmente la crítica se ha mostrado dividida respeto a esta obra. Para unos, Chopin era fundamentalmente un compositor para piano y por lo tanto consideran que en este caso el acompañamiento orquestal no es más que un vehículo para el solista; así, las partes exclusivamente orquestales carecen de interés. Otros son de la opinión de que el acompañamiento orquestal está deliberadamente y cuidadosamente escrito para envolver el sonido del piano, y que la simplicidad de la orquestación es una elección consciente para buscar el contraste con la complejidad de la armonía.
http://youtu.be/dyIbT-NXiPg

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Menuhin (Ferras) Bach & Vivaldi

http://youtu.be/JbG8cjKTrDA

Cesaria Evora Live D'amor 2004





Live At the Grand Rex, Paris April 2004, Cesaria Evora performes: Nutridinha, Isola, Vaquinha Mansa, Velocidade, Cretcheu Di Ceu, Bia d'Lulutcha, Lua Nha Testemunha, Saia Travada, Angola, Sodade, Besame Mucho, Ramboia, Carinha Di Bo Mae, Mar De Canal, Nha Cancera Ka Tem Medida, Fala Pa Fala, Beijo Roubado, Nho Antoine Escderode, Cize, Velocidade, BONUS: Le Grand Rex Backstage, Voz d'Amor Sessions, Video Mar de Canal http://youtu.be/oWYKTiqPvYA

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Dave Greening - Ideology

v http://youtu.be/TN0gDumK_Ow***************http://youtu.be/bqtesK98gzU***************http://www.youtube.com/watch?v=TdHJEb1nrRA&feature=share&list=PLF4D3B9EB330889F4

"O Amor Aqui de Casa"


A menstruação não desce
A chuva não dá sinal
Quem seu mal no mel padece
Seu bem conserva no sal
Vai doer de novo o parto
Vai secar de novo o açude
Vida aqui tem sala e quarto
Quem não couber que se mude
O amor daqui de casa
Tem um sentimento forte
Que nem gemido na telha
Quando sopra o vento norte
Que nem choro de boi morto
Três dias depois da morte
Quem só conhece o conforto
Não merece boa sorte
O amor daqui de casa
Tem um sentimento forte
Com gosto de umbu travoso
Com cheiro de couro cru
O amor daqui de casa
Bate asas no verão
Faz parte da natureza
É arte do coração

(Letra de Gilberto Gil para o tema de Darlene do Filme: "Eu, Tu Eles")

http://youtu.be/cKa4aLv67bs*********http://youtu.be/xI3qkWoGjB0

sábado, 6 de abril de 2013

Moonbeam & JSoul Life Tree

008.JPG
 
Carta de Anais Nin. 1942

“Prezado coleccionador:

Detestamo-lo. O sexo perde todo o seu poder, toda a sua magia, quando se torna explícito, abusivo, quando se torna mecanicamente obcecante. Passa a ser enfadonho.
 
Nunca conheci pessoa que melhor provasse o erro que é não se lhe juntar a emoção, a fome, o desejo, a luxúria, os caprichos, as manias, os laços pessoais, relações mais profundas, que lhe mudam a cor, o perfume, os ritmos, a intensidade.

Nem o senhor sabe o quanto perde com esse seu exame microscópico da actividade sexual e a exclusão dos outros aspectos, que são o combustível que a faz atear. Intelectual, imaginativo, romântico, emocional. Eis o que dá ao sexo as suas surpreendentes texturas, as mudanças subtis, os elementos afrodisíacos. O senhor restringe o seu mundo de sensações. Disseca-o, definha-o, tira-lhe o sangue.
Se o senhor alimentasse a sua vida sexual com todas as aventuras e excitações que o amor instiga a sensualidade, seria o homem mais poderoso do mundo. A fonte da potência sexual é a curiosidade, é a paixão. O que o senhor vê é sua débil chama a morrer de asfixia. O sexo não pode medrar na monotonia. Sem invenções, humores, sentimentos, não há surpresa na cama.
O sexo deve ter à mistura lágrimas, riso, palavras, promessas, cenas, ciúme, inveja, todos os condimentos do medo, viagens ao estrangeiro, novas caras, romances, historias, sonhos, fantasias, musica, dança, ópio, vinho. O que o senhor perde com esse periscópio na ponta do sexo, quando podia gozar de um harém de maravilhas várias e jamais repetidas! Não há dois cabelos iguais; mas o senhor não quer que desperdicemos palavras a descrever uns cabelos. Não há dois cheiros iguais; porém, se nós nos detemos com isso, o senhor exclama: “Suprimam a poesia.”
Não há duas peles de igual textura; nunca é a mesma luz, a mesma temperatura, as mesmas sombras, nunca são os mesmos gestos; porque um amante, quando animado do verdadeiro amor, é capaz de vencer séculos e séculos de ciência amorosa. Quantas mudanças de tempo, quantas variações de maturidade e de inocência, de arte e de perversidade…
Discutimos até à exaustão para saber como seria o senhor. Se fechou os sentidos à seda, à luz, à cor, ao cheiro, ao carácter, ao temperamento, deve estar nesta altura totalmente empedernido. Há tantos sentidos menores que se lançam como afluentes no rio do sexo!
Só o bater em uníssono do sexo e do coração pode provocar o êxtase.»

JAZZ

http://youtu.be/0gcu3GI3nA4 http://youtu.be/HuCZe14i3t8 http://youtu.be/AJE-8xLwBZU