http://pt.scribd.com/doc/45191110/BACHELARD-Gaston-A-poetica-do-devaneio
"Na véspera de não partir nunca Ao menos não há que arrumar malas Nem que fazer planos em papel... Todos os dias é véspera de não partir nunca" Álvaro de Campos
quinta-feira, 23 de maio de 2013
A poética do devaneio
http://pt.scribd.com/doc/45191110/BACHELARD-Gaston-A-poetica-do-devaneio
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Deleuze: Sociedad disciplinaria y Sociedad de Control
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Marquês de Maricá
Os maldizentes, como os mentirosos, acabam por não merecer crédito, ainda mesmo dizendo verdades.A maledicência é uma ocupação e lenitivo para os descontentes.
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Monumentos
http://omundodahortense.blogspot.com/2011_05_01_archive.html
http://algarve-saibamais.blogspot.com/2010/06/mosteiro-dos-jeronimos.html
domingo, 8 de janeiro de 2012
Siga o seu coração
(Augusto Pinheiro, Paisagem com Castelo).
O coração está no “centro” do organismo humano, entre o Sistema Neurossensorial (SNS) e o Sistema Metabólico (SM). Estes dois pólos têm dinâmicas polares. O pólo superior tem uma dinâmica “estruturante” e o inferior uma dinâmica “anabolizante”. Com relação ao movimento muscular, podemos dizer que a dinâmica neuro-sensorial estimula o músculo estriado, que recebe impulso consciente (da alma e do Eu), enquanto que a dinâmica metabólica gera impulsos inconscientes (geradora do tônus) para a musculatura lisa. Já o coração é um músculo de origem sincicial, como se fosse uma mistura entre os dois anteriores e age como uma única célula, trabalhando como uma unidade sincrônica. Por isso o pensar – sentir – querer tem a ver com estes três sistemas orgânicos:
Numa fase bem precoce, em que o embrião corresponde apenas a um plano, como um “sanduíche”, o coração assume a posição acima da cabeça. Depois, quando o embrião faz a sua flexão, o coração migra para a parte do meio, no tórax. Por isso existe uma relação entre o SNC e o coração, nas descargas nervosas (somatizações) para esse órgão. O pulmão, ao contrário, origina-se da vesícula respiratória (do intestino primitivo) que migra para a caixa torácica. O coração “desce” da sua posição acima da cabeça do embrião e o pulmão “sobe” da sua posição metabólica. Devido a isso pode-se compreender as origens das várias patologias desses órgãos e tratá-las com mais eficácia. O que os filósofos ou os orientais falavam, se constata embriologicamente, na formação da Vida: Na origem havia a unidade (Deus), que gera a polaridade e desta, a trimembração.
Os antigos viam uma relação profunda existente entre o coração e a circulação, assim como a que existe entre o sol e o cosmo; mesmo Aristóteles via essa relação: “o microcosmo imitar o macrocosmo”. O próprio aurum (ouro) que é um metal nobre, era visto como um representante do sol na terra (como o coração é o microcosmo e o representante do sol no organismo). O próprio descobridor da circulação, W. Harvey, em 1628, designava a circulação como Aristóteles. Mas muito cedo também começou a idéia de que o coração seria uma bomba (em 1681, com Borelli). Outros pesquisadores, porém, contestaram essa visão mecânica da função cardíaca. J.Müller, em 1833, pesquisando embriões, observou que o sangue circula sem coração, o que levou M. Mendelson, em 1928, a propor que “o coração é um órgão secundário, o coração não é um motor, é um regulador.” Também Lorenz Oken, em 1964: “O pulsar do coração não é causa da circulação, é bem ao contrário: o coração bate em conseqüência da circulação.”
Ou seja, o coração não é uma bomba, como teimosamente a ciência atual quer impingir.
Então, como estamos vendo, é o fluxo sanguíneo que transmite o impulso ao coração e não vice-versa. Como vimos em Aristóteles, “o movimento é eterno” e portanto não tem início nem fim. Portanto, para se ter uma resposta correta, é preciso formular a pergunta correta. É errado perguntar, nesse caso: Quando começou o movimento? Porque ele não começou, é eterno, não tem começo nem fim! A pergunta certa é a seguinte: Quando o movimento sofre “estancamento?”, ou quando o coração começa a bater? Porque, como sabemos, o sangue já circula no embrião mesmo antes de nascer o coração. Portanto, a partir da formulação correta da pergunta, podemos aduzir que, primeiramente, o coração não é uma bomba, mas um órgão sensorial e “represador” (controlador do fluxo sanguíneo).
Só como curiosidade, quantos batimentos por minuto (bpm) apresentam os corações do elefante e do camundongo? Se supuséssemos o coração como uma “bomba”, logo iríamos responder que é o coração do elefante que deveria bater mais rápido para “bombear” tanto sangue num corpo mastodôntico. Mas não é isso o que ocorre. O coração do elefante “bate” 25 bpm, enquanto o coração do camundongo “bate” de 1000 a 1320 bpm.
Portanto, o coração é um músculo, e nele atua a alma (como querer, volição). No animal excitado, como no camundongo, a descarga nervosa-anímica passa pela via supra-renal, liberando a adrenalina (ou nor-adrenalina), que começa a atuar como substrato fisiológico orgânico para que a alma possa agir no músculo, principalmente no coração, que é sede orgânica do sentir. Mesmo numa taquicardia não ocorre aumento de volume sanguíneo, como primariamente poderia se justificar se fôssemos imaginar algo puramente mecânico (numa bomba), mas ocorre sim uma descarga anímica/adrenérgica que promove a taquicardia, com sístoles freqüentes. Isso ocorre na pessoa estressada e é a origem da angina pectoris e do infarto, como veremos no final deste capítulo, a título de ilustração.
Na “periferia” do corpo (nos capilares), o sangue flui espontaneamente. Pode-se bem observar isso no Paramecium, composto de uma célula: a água entra e sai do seu corpo e ele não possui uma “bomba” cardíaca. Também isso ocorre nos amphioxus, animais que não possuem coração, apenas capilares. Pode-se dizer que esses animais têm apenas “vida vegetativa”. Quando os vasos sanguíneos vão se tornando maiores, o sangue vai perdendo o fluxo, e isto não serve para o desenvolvimento da vida da alma (psíquica). Por isso existe a necessidade do coração, que é um órgão tipicamente do animal e do homem (que são possuidores de alma), cuja função precípua é “soerguer” o sangue, que se encontra submetido à gravidade, permitindo assim se ligar de novo com as “leis da periferia”, onde o sangue flui sozinho. O que ocorre na periferia do organismo? Aí vigoram as leis cósmicas não gravitacionais. É o exemplo da “tonelada” de poeira e pó que fica flutuando no ar. A poeira não tem peso “na periferia”, porque vigoram aí outras leis não terrestres, portanto; se diz que vigoram agora as leis cósmicas (periféricas, vitais ou etéricas). O mesmo ocorre na capilaridade do organismo, quando o sangue flui sozinho e vigoram as leis cósmicas-etéricas. Somente quando o sangue chega aos vasos mais calibrosos, ele cai na gravidade e perde velocidade. Há a necessidade de uma força muscular (da alma) para “soerguer” o sangue, com objetivo de “acelerá-lo”. O coração não é o responsável pela impulsão do sangue, porque a circulação acontece sem o coração, como vimos em animais pequenos, mas a sua função básica é “modificar” a circulação, é dar uma acelerada no sangue! Em animais pequenos, a alma não encarna (por isso não necessitam do coração), ao passo que em animais superiores há uma vivência psíquica (e no homem além da alma há o Eu); e a base anatômica para isso é o sistema arterial. Através da pressão sanguínea, “mede-se” a alma dentro do corpo. O trabalho tensional (gerar PA – Pressão Arterial) é 100 vezes maior do que o de impelir o sangue, já que este chega ao coração fluindo. Portanto, a finalidade do coração é produzir pressão e isso corresponde a 99% do seu trabalho. Somente 1% é responsável pelo movimento sanguíneo. Então, quase 100% são para produzir PA. E isto tem a ver com a presença da alma dentro da corporeidade: se o indivíduo está bem “encarnado” ou não. O normal que se observa é uma PA de 120×80 ou 110×70 mm Hg. A pressão baixa denota falta de entrosamento anímico dentro da corporeidade e uma pressão alta denota congestão anímica no sistema rítmico (somatização), em consequência do repuxamento anímico do metabolismo (dessomatização).
A nossa “consciência moral” só existe porque temos um órgão especial para isso, que é o coração. Através dele temos a percepção do aspecto moral, porque nele atua o Eu. Se tivéssemos um coração como o dos peixes, não teríamos uma consciência moral, porque a vida do Sentir nesses animais apenas flui (não apresentam “paradas”). A moralidade, portanto, só existe nos seres humanos, porque se necessita de um órgão cardíaco diferente dos animais. A motivação está no espiritual e por isso o coração é tão complicado. Naturalmente, como se disse, ele tem uma relação com o etérico, a alma e principalmente com o Eu. Pode-se tirar uma importante conclusão: o organismo se forma a partir da função e não de algo pré-existente, de um modelo (genético). É claro que a genética é como um alicerce, mas todo trabalho orgânico segue leis anti-econômicas. Afinal, por que imaginar todo esse esforço anti-fisiológico, complexo e desnecessário? Toda essa complicação parece mais predispor a um processo patológico. E é verdade! Por que todos os seres não seriam como os amphioxus (que não possuem coração) ou os peixes ou os tunicados? Poderemos responder com outra pergunta: Como é a vida psíquica desses animais? Como seria a vida psíquica do homem?
Para uma vida superior precisa-se de um substrato anatômico, de manter o sangue sob uma pressão, “uma dose de estresse”. Estar acordado já é estar sob a ação do sistema nervoso. A musculatura está do lado arterial (aorta), por ser ele um órgão do corpo astral (da alma). Não está do lado venoso, porque o sangue flui pela capilaridade. Portanto, o músculo cardíaco é um órgão anímico. Quando o coração envia sangue ao sistema arterial os esfíncteres pré-capilares se fecham para criar uma pressão sanguínea. A maior força exercida pelo coração é para gerar hipertonia (PA) e precisa-se disso para encarnar a alma, como já foi comentado acima. Toda emotividade sustenta-se na circulação. A polaridade anímica se encarna na circulação, como se pode ver entre o ruborecer e o empalidecer. Por isso os sentimentos estão relacionados à parte rítmica do corpo. No susto, no medo, na palidez facial do susto, o fluxo sanguíneo (pela ação da alma) é levado para a esfera cardíaca, quando o sangue “foge” da periferia. Ou, quando se fica “vermelho de vergonha”, o sangue é “repuxado para cima”, para a face, para a periferia. Portanto, temos a polaridade anímica entre
O coração é formado pelos membros superiores suprassensíveis para seu instrumento. Depois de criado, podemos modificá-lo conscientemente. Por isso o coração é o centro da vida da alma, e realiza aí uma função superior, como órgão de consciência moral, para desenvolver o sentimento. E o sentimento vive na polaridade, entre o gostar não gostar, simpatia antipatia, amor ódio, etc. O coração está entre os dois extremos: o cosmo como a abóbada do céu, que está acima das nossas cabeças e a terra, no metabolismo. Pode-se ver também o coração (o sentimento) entre a polaridade: A “coragem” (que se traduz no excesso de entusiasmo) ou o “medo de morrer”. No meio, tem-se a força do amor, que é o verdadeiro representante do coração. Não é somente a alma (o sentimento) que atua no músculo cardíaco, mas o Eu (espírito), que vive no sangue, no movimento eterno, quando se desenvolve o amor altruísta.
A. M.
http://shakyamuni.net.br/2012/01/06/siga-seu-coracao-ele-e-mais-inteligente-do-que-voce-pensa/
ver
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Marcos Wunderlich
sábado, 16 de julho de 2011
Cidadão do Mundo
http://bioterra.blogspot.com/
There goes one baby's life
It's such a small amount
She's un-American
I guess it doesn't count
Six thousand children's lives
Were simply thrown away
Lost without medicine
Inside of thirty days
In the New York harbour
Where the stock's withheld
It was the price we paid
For a safer world
World is suffering
World is suffering
World is suffering
World citizen
In Madhya Pradesh
Where they're building dams
They're displacing native people
From their homes and lands
So they hunger strike
Cos they believe they count
To lose a single life
Is such a small amount
In the name of progress
And democracy
The concepts represented in name only
His world is suffering
Her world is suffering
Their world is suffering
World citizen
World citizen
And the buildings fall
In a cloud of dust
And we ask ourselves
How could they hate us?
Well, when we live in ignorance and luxury
While our super powers practice
Puppet mastery
We raise the men
Who run the fascist states
And we sell them arms
So they maintain their place
We turn our backs
On the things they done
Their human rights record
And the guns they run
Refrão
His world is suffering
Her world is suffering
Their world is suffering
World citizen
My world is suffering
Your world is suffering
Our world is suffering
World citizen
Who'll do away with flags?
Who'll do us proud?
Remove the money from their pockets
Scream dissent out loud?
Cos god ain't on our side
The shoe won't fit
And though they think the war is won
That's not the last of it
Disenfranchised people
Need their voices heard
And if no one stops to listen
Lose their faith in words
And violence rises
When all hope is lost
Who'll embrace the human spirit
And absorb the cost?
Not one life is taken
In my name
In my name
Refrão
quarta-feira, 13 de julho de 2011
sábado, 26 de março de 2011
"O silêncio do Confidente"
"O silêncio do Confidente tornou-se tão angustioso na nossa época, que preferem as criaturas ignorá-lo, a ter de o suportar. Aquilo que é mais difícil de perdoar a Deus é a sua ausência de qualidades, a sua densidade ética em tão alto grau, que se torna em silêncio.Tudo são pretextos para fugir a esse silêncio, tudo são campanhas vãs para o ocultar. A prosperidade das nações ou a influência dela, a confiança nos grandes recursos da terra, esgotáveis de resto, a quantofrenia dos pseudo-sociólogos e a rapidez com que um auditório recebe tanto o que é apenas escândalo como o que é informação de uma coisa profunda, são a causa de um humanismo empobrecido, duma desenvoltura sem experiência, duma curiosidade sem meditação."
(...)
in Eternos Guerreiros, A. B. L
http://photos1.blogger.com/x/blogger/3250/2755/1600/472592/Multid%3F%3Fo1.jpg
Sociedade "e" indivíduo
O indivíduo que depende do social
Julgo que todos sabemos quanto amamos distinguir as "pessoas" da "sociedade", o eu do nós. Regra geral achamos que a sociedade é um todo indiviso do qual, porém, nos podemos destacar sempre que quisermos. Parece tudo uma questão de entrar ou de sair de casa, tudo parece resumir-se a uma simples operação de adição ou de subtracção, desde que assumamos, como assumimos, que estamos diante de duas coisas: a sociedade e (copulativa de fronteira) o indivíduo.
Quando vou para o meu quarto e fecho a porta, acredito que me isolei realmente da sociedade. Toda a minha estrutura mental e físico-espacial me diz que, realmente, sensorialmente, eu me isolei. Estou dentro do meu quarto, em paz, em silêncio, e lá fora está a sociedade, estão os outros. Sinto-me orgulhosamente apenas eu-mesmo. Os deuses criaram indivíduos irredutíveis, assim penso.
Todavia, eu apenas me posso isolar socialmente, na sociedade. Mesmo quando julgo estar isolado, continuo totalmente mergulhado na sociedade da qual julgo ter-me afastado. Todas as minhas referências, tudo o que manipulo, tudo o que sou pertence a essa sociedade. Nenhum tijolo de uma casa se compreende fora da constituição da casa.
Por outras palavras, apenas posso ser indivíduo se for sociedade. O Sr. Julai do Bairro Polana Caniço A é, intrinsecamente, um dos "moradores" desse bairro, uma das partes integrais do todo de moradores.
O social que depende do indivíduo
Mas, por outro lado, acreditamos muitos de nós que a sociedade é um saco cheio de batatas literalmente iguais, que os indivíduos são aí, apenas, um epifenómeno do social.
Termos como população, sociedade, sociedade civil, multidão, moradores, populares, etc., são, a esse respeito, exemplares. Estes termos reenviam para um comportamento zoológico, igual, mimético, unívoco, sem vírgulas, apenas com um ponto final.
A sociologia de questionário, a quantofrenia, a estatística que evacua o pensamento, constituem a formulação científica (ou assim suposta) da crença de uma sociedade sem indivíduos. Na sua busca de disciplina do diferente, eles remetem para uma entidade igual o que não é, de facto, igual. Nem podia ser. Os deuses não têm essa palavra no seu dicionário.
Ora, perdoem o truísmo, não há nenhuma sociedade que não seja composta por indivíduos diferentes. Nenhuma casa faz sentido se não for percebida pelo esforço "individual" de cada tijolo.
Não é possível uma sociedade se, intersubjectivamente, os indivíduos não se sentirem sociais, seja qual for o tipo de sociedade ou de grupo que tivermos em vista.
Não importam a densidade, a extensão, a simetria de estilos de vida, o padrão de privações do Bairro Polana Caniço A: este bairro só tem sentido enquanto entidade plural, social, se o Sr. Julai, o Sr. Massamba, a Sra. Albertina e tantos outros se sentirem moradores diferentes, "eles-mesmo".
Carlos Serra
via
http://oficinadesociologia.blogspot.com/
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Alzheimer
Esboço do Cérebro Humano sobre "David" de Michelangelo.
Dentro do cérebro: Uma viagem interativa
A Viagem ao Cérebro explica o funcionamento do cérebro e como a doença de Alzheimer o afeta.
http://www.alz.org/alzheimers_disease_languages.asp
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Países da UE
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Viajando por aí...
http://100diasdebicicletaemportugal.blogspot.com/
“My work is based in trust. I don't work well just snapping pictures, although some people would say the opposite. I really feel like intimacy and trust are the guide to my work.”
Jim Goldberg, in Magnum Photos Featured Photographer
http://artephotographica.blogspot.com/
http://www.tvi24.iol.pt/artmedia.html?id=1228322&tipo=2
http://binibag.blogspot.com/
http://coldjose1.blogspot.com/
http://biclandopeloreinounido.blogspot.com/
http://baroesdaseviseu.blogspot.com/search/label/Magist%C3%A9rio
http://www.2numundo.com/
http://365coisasquepossofazer.blogspot.com/
http://leonardomesentier.blogspot.com/
http://investinnnorthantsculture.blogspot.com/
http://anossaterrinha.blogspot.com/
http://www.facebook.com/pages/Blogue-A-Nossa-Terrinha/320187274714?v=wall
http://treinadoresgalitos.blogspot.com/
http://naftalina55.blogspot.com/
http://www.ua.pt/cs/PageText.aspx?id=9025
http://mitportugal-iei.org/
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Dieta causa de doença mental?
O investigador, Joseph Garner, trabalha com ratinhos com alterações genéticas que os torna propensos a arrancar o pêlo. Estes ratinhos têm níveis de serotonina baixos e, como tal, foi-lhes administrado triptofano (precursor da serotonina) juntamente com uma dieta rica em carboidratos (as dietas ricas em carboidratos facilitam a assimilação do triptofano a nível central). No entanto, apesar dos níveis de serotonina terem normalizado a nível cerebral, ao contrário do esperado, houve um agravamento da sintomatologia nos ratinhos doentes e os ratinhos saudáveis iniciaram os comportamentos de arrancar pêlo.
Segundo o autor, este estudo vem levantar algumas questões relativamente à possibilidade da forma como a dieta pode afectar outras doenças comportamentais ou mentais, como autismo, Síndrome de Tourette, tricotilomania, etc. Assim Garner questiona: “E se o aumento do consumo de açúcares simples na dieta Americana estiver a contribuir para aumentar estas doenças? "
Nós sabemos a resposta… E o pior é que não são só estas doenças. Cada vez temos mais confirmações de que “somos o que comemos”.
via
http://www.cristinasales.pt/Diagnostico-Funcional/Blog/Blog.aspx?BID=1&MVID=1000173
outras leituras
http://come-se.blogspot.com/
sábado, 4 de dezembro de 2010
Falar Global
1. Até onde é que a inovação tecnológica pode levar a humanidade?
2. Que valores devem orientar a inovação?
3. Que aspecto da nossa vida em colectivo mais necessita de inovação e de que forma?
4. Que novas formas de governação podem resultar das novas tecnologias?
5. Quão objectiva pode ser a ciência se considerarmos o conhecimento humano como tendo uma base subjectiva e emocional?
6. Como ocorre o processo criativo?
7. Qual o papel da expressão artística e da cultura na educação e na aprendizagem ao longo da vida?
8. Quais as principais características da escola do futuro?
9. O que fazer para garantir a toda a população formas de subsistência sustentáveis?
10. O que precisa de mudar no trabalho para que gere mais qualidade de vida?
11. Se a base do desenvolvimento no sec. XX foi o crescimento económico e uma parceria entre empresa, estado e sindicatos, quais os novos fundamentos e actores para sec. XXI?
12. Que novas responsabilidades e papéis devem as empresas portuguesas assumir?
13. O que valorizamos quando consumimos?
14. Qual o futuro do capitalismo?
15. Como pode ser construído um modelo económico que não entre em conflito com os valores humanos e o equilíbrio planetário?
16. Que novas formas organizacionais de comunidade e participação social gostaria de ver surgir em Portugal?
17. Qual o papel do amor e da compaixão no desenvolvimento humano?
18. Como podemos maximizar e aproveitar os talentos de uma sociedade?
19. Que transformações na organização social derivam de uma esperança média de vida que, a prazo, pode ir para além dos 100 anos?
20. Por que parece que a vida fica mais stressante com cada coisa que inventamos para poupar tempo?
21. Como pode o ser humano interagir em harmonia com as cada vez mais sofisticadas conquistas científicas e tecnológicas, sem o correspondente aprofundamento espiritual?
22. Qual o papel das religiões?
23. O que precisamos para alcançar a felicidade?
24. O que se coloca em questão com a manipulação genética do ser humano e a criação de vida artificial?
25. O que estamos a ganhar e o que estamos a perder com o volume cada vez maior de partilha de conhecimento, conteúdos e experiências?
26. Como lidar com o medo?
27. E se tivéssemos mais tempo para sermos livres, criativos e autónomos?
28. Como tornar Portugal num pais consciente na forma como produz e gasta Energia?
29. Qual é a principal aprendizagem que recebeu até hoje?
30. Como pretende contribuir pessoalmente para o futuro de Portugal?
http://www.falarglobal.com/final/ffuturo/
Sigo
http://maddrawing.blogspot.com/
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Ciência
Trata-se de uma bactéria que tem arsénio na sua base química em vez de fósforo, o que até aos dias de hoje nunca tinha sido considerado possível.
"O que eu vos estou a mostrar aqui hoje é um micróbio que faz algo diferente daquilo que estamos habituados. Como bioquímica foi-me ensinado que toda a vida da Terra, que toda a vida de que temos conhecimento, vai de encontro à teoria do pálido ponto azul, de Carla Sagan, e se descobrimos um organismo na Terra que se comporta de maneira diferente, estamos a abrir a porta para as possibilidades de vida no resto do universo”, afirmou Felisa Simon, responsável pela investigação, em conferência de imprensa.
“Este micróbio substitui arsénio por fósforo no seu sistema biomolecular e o que mais poderemos encontrar, que mais poderemos procurar?”, sublinha a cientista.
As formas de vida até agora conhecidas são compostas por seis elementos: carbono, hidrogénio, nitrogénio, oxigénio, enxofre e fósforo.
A bactéria GFAJ-1 foi encontrada por especialistas da NASA nas lamas do lago Mono, no norte da Califórnia, nos Estados Unidos. O lago Mono tem uma elevada concentração de arsénio e é um local hostil para a vida.
Os investigadores descobriram nestas águas tóxicas e salubres da Califórnia uma bactéria que pode substituir o fósforo por arsénio, ao ponto de incorporar este elemento no seu ADN.
A NASA considera que esta descoberta abre a possibilidade de existirem formas de vida em planetas que não têm fósforo na sua atmosfera."
http://earthobservatory.nasa.gov/IOTD/view.php?id=8388
http://www.flickr.com/photos/romsrini/174948980/
http://www.monolake.org/
http://www.monolake.org/today/2010/12/02/mono-lake-and-nasa-just-changed-our-understanding-of-life-on-earth/
http://astrobiology.nasa.gov/
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
sábado, 30 de outubro de 2010
“The Brand Gap”
Um vídeo que discursa sobre pensamentos do autor de “The Brand Gap”
http://www.youtube.com/watch?v=PUnU1pP_Rv8&feature=player_embedded#!
via
http://www.2dayconsultoria.com.br/2010/02/a-ponte-entre-a-estrategia-e-o-design/
>
domingo, 24 de outubro de 2010
Livre Arbítrio
“Free Will” is a philosophical term of art for a particular sort of capacity of rational agents to choose a course of action from among various alternatives. Which sort is the free will sort is what all the fuss is about. (And what a fuss it has been: philosophers have debated this question for over two millenia, and just about every major philosopher has had something to say about it.) Most philosophers suppose that the concept of free will is very closely connected to the concept of moral responsibility. Acting with free will, on such views, is just to satisfy the metaphysical requirement on being responsible for one's action. (Clearly, there will also be epistemic conditions on responsibility as well, such as being aware—or failing that, being culpably unaware—of relevant alternatives to one's action and of the alternatives' moral significance.) But the significance of free will is not exhausted by its connection to moral responsibility. Free will also appears to be a condition on desert for one's accomplishments (why sustained effort and creative work are praiseworthy); on the autonomy and dignity of persons; and on the value we accord to love and friendship. (See Kane 1996, 81ff. and Clarke 2003, Ch.1.)
Philosophers who distinguish freedom of action and freedom of will do so because our success in carrying out our ends depends in part on factors wholly beyond our control. Furthermore, there are always external constraints on the range of options we can meaningfully try to undertake. As the presence or absence of these conditions and constraints are not (usually) our responsibility, it is plausible that the central loci of our responsibility are our choices, or “willings.”
I have implied that free willings are but a subset of willings, at least as a conceptual matter. But not every philosopher accepts this. René Descartes, for example, identifies the faculty of will with freedom of choice, “the ability to do or not do something” (Meditation IV), and even goes so far as to declare that “the will is by its nature so free that it can never be constrained” (Passions of the Soul, I, art. 41). In taking this strong polar position on the nature of will, Descartes is reflecting a tradition running through certain late Scholastics (most prominently, Suarez) back to John Duns Scotus.
The majority view, however, is that we can readily conceive willings that are not free. Indeed, much of the debate about free will centers around whether we human beings have it, yet virtually no one doubts that we will to do this and that. The main perceived threats to our freedom of will are various alleged determinisms: physical/causal; psychological; biological; theological. For each variety of determinism, there are philosophers who (i) deny its reality, either because of the existence of free will or on independent grounds; (ii) accept its reality but argue for its compatibility with free will; or (iii) accept its reality and deny its compatibility with free will. (See the entries on compatibilism; causal determinism; fatalism; arguments for incompatibilism; and divine foreknowedge and free will.) There are also a few who say the truth of any variety of determinism is irrelevant because free will is simply impossible.
If there is such a thing as free will, it has many dimensions. In what follows, I will sketch the freedom-conferring characteristics that have attracted most of the attention. The reader is warned, however, that while many philosophers emphasize a single such characteristic, perhaps in response to the views of their immediate audience, it is probable that most would recognize the significance of many of the other features discussed here.
"Livre Arbítrio" é um termo filosófico da arte para um tipo específico de capacidade dos agentes racionais para escolher um curso de ação entre várias alternativas. Que tipo é o livre arbítrio de classificação é que todo o alarido é sobre. (E que confusão tem sido: os filósofos têm debatido esta questão por mais de dois milênios, e apenas sobre cada grande filósofo teve algo a dizer sobre isso.) A maioria dos filósofos supor que o conceito de livre-arbítrio está intimamente ligado ao conceito da responsabilidade moral. Agindo com vontade livre, em tais opiniões, é apenas para satisfazer a exigência metafísica de ser responsável por sua ação. (Obviamente, haverá também condições epistêmicas sobre a responsabilidade, bem como estar consciente ou não que, sendo culposa inconscientes de alternativas relevantes para a sua ação e do significado de alternativas moral.) Mas o significado do livre-arbítrio não é exaurido por sua conexão com a responsabilidade moral. O livre-arbítrio também parece ser uma condição ao deserto por um de realizações (por esforço sustentado e trabalho criativo é louvável), sobre a autonomia ea dignidade das pessoas e sobre o valor que damos a ao amor e à amizade. (Veja Kane 1996, 81ff. Clarke e 2003, cap.1).
Os filósofos que distinguir a liberdade de ação e da liberdade de vontade fazê-lo porque o nosso sucesso na realização de nossos objetivos depende em parte de fatores totalmente fora do nosso controle. Além disso, sempre há restrições externas sobre a gama de opções que podemos significativamente tentar empreender. Como a presença ou ausência dessas condições e restrições não são (normalmente) a nossa responsabilidade, é plausível que os locos central da nossa responsabilidade, são nossas escolhas, ou "anseios".
Eu tenho implícito que anseios livre, mas são um subconjunto dos anseios, pelo menos como uma questão conceitual. Mas nem todo filósofo aceita isso. René Descartes, por exemplo, identifica a faculdade da vontade, com liberdade de escolha, "a capacidade de fazer ou não fazer alguma coisa" (Meditação IV), e vai ainda mais longe ao declarar que "a vontade é, por natureza tão livre que ele nunca pode ser restrita "(Paixões da Alma, I, art. 41). Ao tomar esta posição forte polar sobre a natureza da vontade, Descartes está refletindo uma tradição que atravessa certos escolásticos tardios (mais proeminente, Suarez) de volta para João Duns Scotus.
A visão da maioria, porém, é que podemos facilmente conceber anseios que não são livres. De fato, grande parte do debate sobre o livre arbítrio gira em torno de saber se os seres humanos têm, mas praticamente ninguém tem dúvidas de que vamos fazer isto e aquilo. As principais ameaças percebidas à nossa liberdade de vontade são vários determinismos alegado: físico-causal; psicológicos, biológicos; teológica. Para cada variedade de determinismo, há filósofos que (i) negar a sua realidade, quer devido à existência de livre vontade ou por motivos independentes, (ii) aceitar a sua realidade, mas defendem a sua compatibilidade com o livre-arbítrio, ou (iii) aceitar sua realidade e negar a sua compatibilidade com o livre-arbítrio. (Veja as entradas em compatibilismo; determinismo causal; fatalismo; argumentos para Incompatibilismo;. Foreknowedge e divina e livre arbítrio) Há também alguns que dizem que a verdade de qualquer variedade de determinismo é irrelevante porque o livre arbítrio é simplesmente impossível.
Se há uma coisa como livre arbítrio, tem muitas dimensões. No que se segue, vou esboçar as características que conferem liberdade que têm atraído mais a atenção. O leitor é advertido, porém, que, embora muitos filósofos enfatizam uma única característica como, talvez em resposta às opiniões de seu público imediato, é provável que a maioria iria reconhecer o significado de muitos dos outros recursos aqui discutidos.
via
http://plato.stanford.edu/entries/freewill/
Referências
http://www.didacticaeditora.pt/arte_de_pensar/leit_livrearbitrio.html
http://rolandoa.blogs.sapo.pt/76065.html
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Metereologia - efeito de FOEHN
http://www.meteo.pt/pt/enciclopedia/
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O que é o efeito de FOEHN?
Na presença de uma montanha o ar é obrigado a subir. Em determinadas situações pode ocorrer condensação. Da condensação resulta um aumento de temperatura e uma perda de humidade. O ar que desce o outro lado da montanha torna-se mais seco e quente.
Ao subir, expande e arrefece, levando muitas vezes a que a humidade que contém condense em forma de gotículas formando nuvens. Por sua vez, as nuvens podem gerar precipitação, que acrescenta energia à massa de ar, devida à libertação de calor latente. Quando o ar volta a descer, é mais quente e mais seco do que quando iniciou a subida da montanha. Este fenómeno é muito comum em certos locais com ventos dominantes de uma determinada direcção, por exemplo nos Alpes (de onde provém o nome), na Serra de Sintra, na Madeira... na ilha de Tenerife por vezes, conseguimos observar o efeito Fohen. O vento predominante de Norte faz com que a parte norte da ilha seja verdejante e cheia de vida, enquanto a parte sul faz lembrar uma paisagem desértica, em certos locais quase marciana.